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JW Broadcasting — Junho de 2026: Formatura da Turma 159 de Gileade

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Bem-vindos
ao JW Broadcasting!
No dia 14 de março de 2026,
a turma 159 de Gileade
concluiu o seu incrível
treinamento espiritual
de cinco meses.
O programa de formatura
ajudou os alunos
a se adaptarem
à mudanças em sua vida
e à futuras designações.
Os princípios compartilhados
com os alunos
também podem se aplicar
a nós,
porque também temos
que lidar com mudanças.
Tente procurar maneiras
de aplicar as lições
deste programa encorajador.
Nós queremos dar boas-vindas
a todos os que estão ouvindo
e assistindo a esse programa
neste momento.
E é claro que isso
inclue os alunos,
que se esforçaram bastante
nos últimos cinco meses.
Vocês estavam quase
no seu limite
de tanto estudar.
Então, agradecemos muito
por estarem aqui.
Também damos boas-vindas
às suas famílias,
seus amigos,
a todos que estão aqui
pessoalmente
e aos milhares de conectados
no mundo todo.
É... Dá para acreditar?
Finalmente chegou o dia
da sua formatura.
Vocês estavam ansiosos
por esse dia.
Eu sei.
Então agora,
é hora de irem
para suas designações,
colocarem em prática
as belas joias espirituais
que aprenderam
nos últimos cinco meses,
e também trabalhar
ombro a ombro, em paz,
com seus irmãos e irmãs.
Mas será que a palavra “paz”‏
te deixa nervoso?
Se estiverem indo
para um lugar novo,
talvez se perguntem:
‘Será que eu vou conseguir
manter a paz,
me dar bem com outros?’
Ou se estiverem voltando
para onde já serviam,
talvez se perguntem:
‘Será que vão ficar
me observando
para ver se eu melhorei
depois de Gileade?’
São preocupações válidas.
Pensando nisso,
o tema que escolhemos foi:
“Faça as pazes”.
Para começar,
ninguém disse que fazer
as pazes seria fácil.
Jesus reconheceu isso,
em Mateus capítulo 5.
Abram suas Bíblias,
por favor, nesse capítulo.
Veja como ele descreve
uma situação
e a lição para nós.
Em Mateus 5:23, 24,
ele diz aos seus discípulos:
“‏Então, se você levar
a sua dádiva ao altar
“e ali se lembrar
de que o seu irmão
“tem algo contra você,
“deixe a sua dádiva
ali na frente do altar e vá.
“Faça primeiro
as pazes com o seu irmão,
então volte
e ofereça a sua dádiva.”
Talvez os discípulos
de Jesus
achassem essa situação
quase impossível.
Imagine:
“Deixe a sua dádiva
ali na frente do altar
e vá”,
encontre uma pessoa
no meio de centenas
de milhares,
em uma cidade
que está em festividade.
Procure por toda a cidade
para achar essa pessoa
que, inclusive,
tem algo contra você.
E faça as pazes a tempo
de voltar para o templo
para oferecer a sua dádiva
para Jeová.
A lição que Jesus queria
ensinar com esses detalhes
é que fazer as pazes,
às vezes pode ser difícil.
Então, seria bom pensarmos
nessas perguntas:
Por que isso é difícil?
E como fazer isso
mesmo sendo difícil?
Para responder
a essas perguntas,
vamos analisar três coisas
que as pessoas têm medo
ao fazer as pazes.
Vamos considerar
como Abrão, ou Abraão,
mostrou coragem
ao tomar a iniciativa
de fazer as pazes com Ló,
mesmo quando a situação
poderia ter se tornado
um conflito.
Vamos começar
com o primeiro medo:
o medo de parecer fraco.
Muitos de nós
lutam com sentimentos
de insegurança
e sentem que não tem valor.
Aí, pode ser que a gente
se esforce tanto
para parecer
alguém importante
que acabamos
diminuindo os outros,
deixando eles para baixo.
Como resultado,
arruinamos a paz.
Será que Abrão
ficou com medo
de parecer fraco
fazendo as pazes com Ló?
Abram suas Bíblias
em Gênesis capítulo 13.
Esse é o relato
em que os homens
que cuidavam dos rebanhos
de Abrão e Ló,
brigavam pela terra,
e Abrão logo percebeu
que isso poderia prejudicar
a sua amizade com Ló.
Agora veja o que aconteceu
aqui em Gênesis 13:8, 9.
Diz assim:
“‏Portanto, Abrão disse a Ló:
‘Por favor, não haja nenhuma
desavença entre mim e você,
‘e entre os homens
que cuidam dos meus rebanhos
‘e os que cuidam
dos seus rebanhos,
‘pois nós somos irmãos.
‘Não está toda esta terra
disponível para você?
‘Por favor,
separe-se de mim.
‘Se você for
para a esquerda,
‘eu irei para a direita;
‘mas, se você for
para a direita,
eu irei para a esquerda.’”
Notou?
Abrão não ficou com medo
de parecer menos importante
em comparação com Ló,
de parecer menor que ele.
Ele poderia ter tentado
parecer mais importante
para diminuir Ló.
Poderia ter dito:
‘Espera um pouco!
Quem está
acompanhando quem?
Você está comigo.
Fui eu que recebi
uma designação aqui.
Essa é minha designação,
não sua.’
Ele conseguiria
algum resultado,
mas com certeza,
não seria a paz.
Mas Abrão não fez isso.
Mesmo se sentindo inseguro,
como eu e você,
Abrão se comportou
como menor
diante de Ló.
Deixou Ló escolher.
E o quê motivou Abrão
a fazer isso?
De forma simples,
ele estava mais interessado
no modo como era visto
por Jeová,
do que em como as pessoas
o viam.
Esse é o ponto.
Não importava onde ele
estava na Terra Prometida,
mas sim, estar
na Terra Prometida.
Estar na Terra Prometida
já era uma evidência
da aprovação de Jeová.
Essa é a lição
de Mateus 5:23, 24,
não é?
Foi o que Jesus disse.
Basicamente, ele disse
para aquele que faz esforço
para manter a paz,
para voltar.
“Volte, volte para o altar
e ofereça a sua dádiva
a Jeová.”
Era isso o que Abrão
queria mais do que tudo:
Paz com Jeová.
Então, qual é a lição?
Qual é a primeira lição
que aprendemos com Abrão?
O medo de parecer fraco,
de outros não notarem
como somos experientes,
ou notarem nossa posição,
ou nosso treinamento
aqui em Gileade,
tudo isso vem
de nos sentirmos inseguros.
E essas coisas
podem ser obstáculos
para ter paz com outros.
Então, como evitar
esse medo?
Assim como Abrão,
esteja satisfeito
com o maior privilégio
que qualquer humano
pode ter,
ter a aprovação
de Jeová Deus,
suas bênçãos.
E qualquer privilégio,
além dessas coisas,
é apenas algo extra.
E...
Abrão
tratou Ló com humildade.
Ele pode até ter pensado:
‘Quem sabe Ló não vai
me tratar da mesma forma.’
Seria bem legal, não é?
E isso nos leva
ao segundo medo:
o medo de outros
se aproveitarem
da nossa bondade.
Isso pode acontecer
quando nos desentendemos
com alguém e cedemos.
Aí, podemos ficar com medo
de que a pessoa
se aproveite para fazer tudo
o que ela quer
sem pensar em nós.
O que Abrão fez?
Abram as suas Bíblias
em Gênesis capítulo 13.
Vamos continuar
nossa leitura,
e vamos começar lendo
o versículo 10.
Como vemos aqui,
Abrão foi bondoso com Ló,
tomou a iniciativa
de fazer as pazes
e o versículo 10 diz:
“Assim, Ló levantou os olhos
“e viu que todo o distrito
do Jordão, até Zoar,
“era uma região bem regada
“(antes de Jeová destruir
Sodoma e Gomorra),
“como o jardim de Jeová,
“como a terra do Egito.
“Ló escolheu então para si
“todo o distrito do Jordão,
“e Ló mudou o seu
acampamento para o leste.
“Assim, separaram-se
um do outro.
“Abrão morava
na terra de Canaã,
mas Ló morava entre
as cidades do distrito.”
Será que Ló realmente
se aproveitou
da humildade de Abrão?
Para ser sincero,
não sabemos.
Não sabemos
todos os detalhes
do que estava acontecendo
nessa situação.
E o discurso principal
dessa formatura
vai falar mais
sobre esse assunto.
Não saiam daí!
Mas, se a escolha de Ló
surpreendeu Abrão,
se irritou Abrão,
Abrão poderia muito bem
ter dito:
“Espera aí,
ser humilde
não está funcionando.
Não consegui
o que eu queria.
Eu tenho que ser durão
com Ló.”
Ele poderia ter pensado
assim.
Mas, será mesmo
que Abrão pensou assim?
Não.
Veja o que diz
no final do versículo 11,
e também no comecinho
do versículo 12.
Diz assim:
“‏Assim, separaram-se
um do outro.
Abrão morava
na terra de Canaã.”
Ele não protestou,
não exigiu os seus direitos,
não disse
que foi injustiçado.
A humildade de Abrão
era genuína,
não era um tipo de tática
para conseguir
o que ele queria.
Fica claro
que, para Abrão,
ter paz
era mais importante
do que sua preferência
pessoal.
Já dá para ver de novo
outra lição
que aprendemos com Abrão.
O medo de que alguém
se aproveite
de nossa bondade
para beneficiar
só a si mesmo,
conseguir privilégios
ou elogios,
pode nos fazer pensar
que ser bondoso e humilde
não é algo
que realmente funciona.
E isso vai arruinar a paz.
Não ceda a esse pensamento.
Em vez disso,
vamos fazer como Abrão.
Confie que o modo de Jeová
promover a paz
sempre será o modo correto,
mesmo que, às vezes pareça
que não está funcionando.
Se agirmos assim,
talvez não consigamos
o que queríamos,
mas vamos conseguir
o que é mais importante:
a aprovação de Jeová,
paz com Deus.
E quando Ló começou
a colher resultados ruins
de sua decisão,
como Abrão reagiu?
Ele ia perdoar e esquecer?
Ou será que ele ficaria
com medo
de deixar para lá?
Vamos responder
a essa pergunta
no final desse programa.
Agora, chegou o momento
de assistirmos
ao Livro Aberto.
Essa é uma parte
da formatura de Gileade
que todos amamos muito.
E esse episódio
vai ser muito bom.
Uma ótima oportunidade
para os que têm
o espírito missionário
pensarem em formas
de fazer mais
e apoiar um território
em que há necessidade.
O irmão Jeremy Clarke
vai ser o apresentador
desse episódio
do Livro Aberto.
Bem-vindos
ao Livro Aberto!
Em Mateus 5:6,
Jesus disse
que os que têm fome
de justiça
seriam felizes,
porque teriam
a necessidade espiritual
‘saciada’.
Como Jeová ajuda
os jovens a saciarem
a sua necessidade
espiritual?
Ele confia essa tarefa
aos pais.
Mas, e se seus pais
não servem a Jeová,
o que Ele faz?
Nos tempos bíblicos,
Jeová usou
pessoas experientes,
como o sacerdote
Jeoiada.
Ele ajudou o jovem rei
Jeoás,
e Jeová usou Zacarias
para ajudar o jovem rei
Uzias.
Nesse episódio,
os alunos de Gileade
contarão como sua
necessidade espiritual
foi saciada
quando eram jovens,
como isso os ajudou
a fazer mais no ministério
e a ter uma vida feliz
e gratificante
no serviço a Jeová.
Então, vamos lá!
Dos Estados Unidos,
vamos receber
Antron e Rebeca Carraway.
Sejam bem-vindos!
Vocês serviram
nos Estados Unidos
por uns anos,
mas, de onde vocês são,
e qual foi a sua criação?
Querem compartilhar?
Claro.
Eu nasci e cresci
na Carolina do Sul,
e foram meus pais
que me ensinaram
a verdade.
Eu aprendi muito
com meu pai
sobre como tratar os outros.
E a minha mãe
sempre me ajudou
a me a chegar a Jeová
e a dar o meu melhor
para alcançar os meus alvos.
E é claro, eu fiz amizade
com irmãos da congregação
que me ajudaram muito.
Teve até um irmão
que se ofereceu
para estudar
o livro de Provérbios
comigo e com meu primo.
Por que Provérbios?
Eu era só um adolescente
na época,
e Provérbios é um livro
de sabedoria prática.
Então, ele achou
que seria bom
começar por esse livro
para a gente ver
a sabedoria da Bíblia.
Também tem outro irmão
que me marcou muito.
Ele era
da minha congregação.
Aí ele foi servir em Betel,
e depois de uns anos,
voltou.
E ele me disse:
“Acho que você ia
gostar muito
de servir em Betel.”
E eu fiquei pensando nisso.
Ele também falou
que eu precisava aprender
outro idioma,
e eu tentei o meu melhor.
E foi isso
que você fez, não é?
Legal que ele se esforçou
para te ajudar.
E você, Rebeca,
foi criada na verdade?
Sim, eu cresci na Espanha
e a minha família
morava bem perto de Betel.
Então, eu lembro
que era bem comum
ter betelitas
nos visitando em casa.
E ter tanto contato
com irmãos do tempo integral
te ajudou de alguma forma?
Aqueles irmãos
não tinham muito
em sentido material,
mas nunca faltou
nada de bom para eles.
Dava para ver que Jeová
cuidava deles
em todos os sentidos.
Todos eram bem felizes,
estavam sempre
com um sorriso no rosto,
e isso me tocou bastante.
Então, eu queria sentir
aquele mesmo tipo
de alegria.
Que bonito!
E os seus pais também
te ajudaram
de outras formas?
Com certeza.
Eu lembro bem
que meu pai orava
comigo
e minhas duas irmãs
toda noite.
Mas ele também queria ouvir
como cada uma de nós
fazia sua própria oração.
Ele fazia isso,
para ter certeza
de que Jeová
era uma pessoa real
para nós.
A minha mãe também
incentivava a gente
a passar o maior tempo
possível
com os pioneiros
da congregação.
E foi o que a gente fez.
E por isso, desde cedo
nós aprendemos a amar
a obra de pregação.
É, parece que a boa criação
que seus pais deram
fez muito bem para vocês.
Isso os ajudou
a desenvolver zelo e fé
para servir a Jeová
cada vez mais.
E vocês conseguiram
fazer mais para Jeová?
Sim! Sim.
Quando o Antron e eu
começamos a namorar,
ele era um betelita
em Nova York,
mas um tempo depois,
ele foi designado
para servir no Betel
de Uganda.
Uganda?
É, eu também fiquei
bem surpreso
com a designação,
mas eu estava
bem animado para ir.
A Rebeca e eu
continuamos namorando,
e nos casamos em Madrid.
E poucos dias depois
do nosso casamento,
viajamos para servir juntos
no Betel de Uganda.
Olha, vocês aí.
Em Uganda?
É, é no Betel de lá.
E como que foi lá?
Ah, foi uma experiência
inesquecível,
mas eu também preciso dizer
que não foi fácil fazer
tantas mudanças
de uma vez só.
Eu precisei me adaptar
ao casamento, a Betel,
mas também
a uma nova cultura,
outro idioma,
outras comidas,
e até, formas diferentes
de pensar.
Todas essas mudanças
te ajudam
a se conhecer melhor
e a entender
como os outros pensam.
E isso te ajuda a crescer.
Você deve ter aplicado
alguns Provérbios
que estudou
quando era mais novo.
Com certeza.
Eu lembro de uma aula
que estudamos
Provérbios 19:11,
que diz que ‘é bonito
deixar passar uma ofensa’.
Pensando nesse texto,
é incrível
que, embora exista
muita beleza na criação,
o Criador diz que perdoar
ou deixar passar a ofensa
é a verdadeira beleza.
E foi exatamente isso
que vimos nos irmãos
em Uganda.
Acabamos fazendo coisas
que poderiam
ter ofendido eles,
mas nunca reclamaram.
Eles mostraram
verdadeira beleza,
deixando passar as ofensas.
Os irmãos lá realmente
se tornaram parte
da nossa família.
Percebemos que se você
amar os irmãos de verdade,
eles vão te amar de volta.
Eles nos ajudaram muito,
inclusive quando estávamos
com saudade de casa.
A gente lembra
com bastante carinho
de um casal de missionários
que estava sempre atento
às nossas necessidades,
a como nos sentíamos.
Eles gastavam tempo
com a gente.
O amor que eles
mostraram por nós
era uma forma de Jeová
mostrar que ele nos ama
e cuida da gente.
Quanto tempo ficaram
em Uganda?
A gente morou lá
por 10 anos.
E foi difícil se despedir?
Foi, muito.
A gente chorou bastante
na hora de ir embora.
O olho ficou inchado
de tanto chorar.
É!
Mas a gente está
sempre falando
com os irmãos de lá.
Eu ainda converso bastante
com as irmãs
que eu fiz amizade.
É, eles conseguiam fazer
com que o estrangeiro
não se sentisse um estranho.
Tanto que antes da gente ir,
separaram um bode
e um pedacinho de terra,
caso a gente volte
algum dia.
Que legal!
Vocês aproveitaram
a criação que receberam
e ajudaram muitos a saciar
a necessidade espiritual.
E agora, estão prontos
para ajudar muitos outros.
Muito obrigado,
Antron e Rebeca
por compartilharem
a sua história com a gente.
Mas, no caso de alguns aqui,
apenas um dos pais
servia a Jeová.
Agora, vamos
conhecer a história
da nossa irmã, Jiahui Lin,
de Taiwan.
Bem-vinda, Jiahui!
Obrigada.
Quer falar um pouco sobre
como foi a sua criação?
Claro.
Eu nasci e cresci
em Taiwan,
e quando eu tinha 10 anos,
a minha mãe aprendeu
a verdade e se batizou.
Muito bom.
E o seu pai?
Bem, até hoje, ele não é
nosso irmão,
mas ele gosta da verdade
e nos apoia.
Então, foi a minha mãe
que ensinou
tanto a mim
quanto ao meu irmão,
a amar a Jeová
e a amar a pregação.
Aqui é você, sua mãe...
É, no Salão do Reino.
...e o seu irmão.
Aham, isso mesmo.
Que bonito! Muito bom.
E como sua mãe te ajudou
a amar a Jeová?
Hum... Ela começou
no serviço de pioneira,
trabalhando
por tempo integral
e ainda tinha
que criar dois filhos.
E ela era uma pioneira
muito zelosa.
Ela realmente amava
o campo.
Eu lembro bem
do sorriso no rosto dela
quando ela voltava
da pregação,
toda feliz,
contando
as várias experiências
que ela teve naquele dia.
E era fácil para sua mãe
pregar naquele território?
Hum... É verdade
que muitas pessoas lá
estão mais focadas
na carreira e no trabalho
e não têm muito interesse
ou tempo
para aprender
sobre a Bíblia,
mas a minha mãe
sempre conseguiu
cultivar interesse.
Eu acho que é porque ela
sempre foi muito alegre
e mostrava verdadeiro amor
pelas pessoas.
Inclusive, eu lembro
que ela era muito boa
em usar
a seção de Introdução
da Tradução do Novo Mundo
para iniciar conversas
com as pessoas.
Parece que ela era mesmo
fervorosa no espírito.
E como os nossos irmãos
têm se saído
pregando em territórios
em que as pessoas estão
focadas em ganhar dinheiro?
Na verdade, eles têm tido
bons resultados.
Fizemos até um vídeo
falando sobre isso.
Então, vamos ver!
Ilha Formosa.
Essa bela ilha
fica no Oceano Pacífico
e tem paisagens
de tirar o fôlego,
desde suas praias
até os mais altos montes.
Mas, assim
como em todo país,
o que há de mais belo
em Taiwan
são as pessoas.
Em 1948,
o irmão Stanley Jones,
formado na oitava
turma de Gileade,
visitou Taiwan.
Ele viajou pela ilha,
para participar
de uma assembleia,
onde umas 300 pessoas
se batizaram.
Aquelas sementes da verdade
cresceram,
resultando em mais
de 11 mil publicadores.
Hoje, Taiwan é um dos países
mais populosos do mundo.
Mais de 2 milhões de pessoas
moram na cidade de Taipei.
Aqui,
há muitas oportunidades
para trabalhar
e ganhar muito dinheiro.
Mas nossos irmãos e irmãs
seguem imitando o exemplo
dos primeiros missionários
e apoiam de coração
a obra do Reino.
Quando eu era mais novo,
meus pais discutiam muito,
principalmente,
por causa de dinheiro.
Aí, eu decidi
que quando crescesse,
eu ia querer ser rico,
porque só assim
eu teria uma família feliz.
Com 17 anos, eu comecei
a estudar a Bíblia
e aprendi
uma verdade importante:
que Jeová quer nos dar
vida eterna no Paraíso,
e que estar satisfeito
com o que temos
traz felicidade.
Eu me batizei em 1999,
e depois de casar
com Yi Hong,
nós estabelecemos o alvo
de apoiar um território
como pioneiros.
Naquela época,
meu pai já sofria
com as sequelas
de um derrame
por oito anos.
Com o passar do tempo,
eu gostava cada vez mais
do meu trabalho,
e eu me sentia
bem realizado.
Mas, às vezes,
eu me perguntava
se na verdade
eu estava usando
a desculpa
de cuidar da família
para ter aquele trabalho
que me dava
uma vida confortável.
Sempre que a gente
ouvia de casais
que fazem mais para Jeová
e da alegria de cursar
a Escola
para Evangelizadores,
a gente se sentia motivado
e pensava se dava
para simplificar nossa vida.
Depois, meu pai acabou
falecendo.
E nós percebemos
que agora tínhamos
uma oportunidade,
mas precisávamos
simplificar a vida.
Logo em seguida,
nós dois saímos
dos nossos empregos,
nos mudamos
para um território
onde havia necessidade
e começamos
a ser pioneiros lá.
Quando eu falei
para o meu chefe
que ia deixar o trabalho,
ele não gostou nem um pouco.
E ele me perguntou:
“Você está ficando doido?
Já parou para pensar
no seu futuro
e no da sua família?”
Mas eu estava decidido
e não ia mudar de ideia.
Jeová nos abençoou muito.
E eu me apaixonei
por esse estilo de vida.
Nós tínhamos bastante tempo
para estar com os irmãos
e as irmãs da congregação,
e também ajudamos
muitos estudantes da Bíblia
a se aproximar de Jeová.
Eu sinto
que o mundo de Satanás
tenta criar uma ilusão,
ele parece oferecer
coisas muito boas.
Mas o que realmente
tem valor,
é uma boa amizade
com Jeová.
Podemos ter vida eterna
no Paraíso
e servir a Jeová
para sempre.
Eu queria ter tido
a coragem
para ter agido antes
e ter gastado mais tempo
servindo a Jeová.
Eu passei a entender melhor
o que diz
em Provérbios 10:22,
que é “a bênção de Jeová
que enriquece.”
O zelo e o esforço
dos primeiros missionários
deixou um excelente exemplo
para os irmãos,
que hoje pregam de coração
e fazem sacrifícios
para alcançar pessoas
desse lado do mundo.
É bem encorajador
ver esse esforço
para ajudar outros
a aprender sobre Jeová.
É mesmo.
E, além da sua mãe,
mais alguém te ajudou
a crescer espiritualmente?
Conforme eu fiquei
mais velha,
teve um período
em que eu fiquei fraca
espiritualmente,
e até perdia as reuniões.
Mas tinha um casal
de missionários
na congregação
que realmente quis
me ajudar.
Eles sempre percebiam
quando eu faltava
e queriam saber
se estava tudo bem.
São esses na foto
com a sua mãe e o seu irmão?
Eles mesmos.
Legal.
Eles cursaram Gileade?
Sim, na verdade,
eles até aparecem no vídeo
Até os Confins da Terra.
Eu amava estar com eles.
Só que depois eles
foram designados
para outra cidade.
Eu fiquei triste,
mas Jeová me abençoou
com outra amiga,
uma irmã do Japão,
que se mudou para Taiwan
para ajudar.
E ela sempre me convidava
para participar de outras
modalidades de pregação.
Que legal que ela fez isso.
E ela ajudou
de outras formas?
Ah, sim.
Quando o vídeo
Os Jovens Perguntam:
Como Fazer
Verdadeiros Amigos?
foi lançado,
ela me convidou
para nós assistirmos juntas.
E, quando eu estava
assistindo,
eu vi que tinha
uma irmã pioneira
que ajudava
uma irmã mais jovem.
E eu percebi
que era exatamente
o que a irmã japonesa
estava fazendo comigo.
Até aquele momento,
eu já acreditava na verdade,
já fazia sentido para mim.
Mas depois de sentir
o amor e o cuidado
daquela irmã,
eu fiquei convencida
de que Jeová me ama
e cuida de mim.
E isso me fez querer
ter uma amizade de verdade
com Jeová.
Que bonito!
Então, a sua mãe
e outros te ajudaram.
E como isso contribuiu
para o seu crescimento
espiritual?
Eu saí de pioneira,
e depois, fiz parte
de uma congregação
de inglês.
Dá muita alegria
ver os outros
sentirem o amor de Jeová.
Muitos se mudaram
para Taiwan para ajudar,
e, realmente,
é muito encorajador e bonito
ver irmãos do mundo todo
se doando e se esforçando
para fazer mais para Jeová.
É uma grande alegria
ajudar outros
a aprender sobre Jeová
e ensinar a verdade
para eles.
Muito obrigado, Jiahui!
Oramos para que Jeová
te abençoe
e aos irmãos e as irmãs
em Taiwan.
Gostamos muito
da sua história.
Obrigada.
No caso de muitos
irmãos e irmãs,
nenhum dos pais os ajudou
a aprender sobre Jeová.
Então, quem os ajudou?
Vamos conhecer Doug Terrell,
dos Estados Unidos.
Bem-vindo, Doug!
Você pode dizer
quando começou
sua história com Jeová?
Quando eu tinha
uns 18 anos,
sinceramente, eu estava
em uma fase bem difícil.
Como assim?
E eu não fui criado
na verdade,
mas a minha mãe
criou muito bem,
tanto a mim
como aos meus irmãos.
Mas, infelizmente,
eu tomei péssimas decisões,
me envolvi
com péssimas amizades.
Eu era muito impaciente,
estava deprimido, ansioso.
E minha situação estava
tão ruim
que a minha mãe teve
uma conversa bem séria
comigo.
E até então, eu tinha
visitado várias igrejas,
porque eu queria
aprender sobre Deus.
Eu visitei igrejas
como a Católica,
Pentecostal, Metodista.
E o que você achou?
Então, nada
do que elas falavam
parecia sincero,
não tocava o meu coração.
Depois que minha mãe teve
uma conversa séria comigo,
eu lembro
que fiquei de joelhos,
chorei e fiz uma oração
bem longa para Deus,
implorando para achá-lo
e para encontrar respostas
para as minhas perguntas.
Quais eram algumas
dessas perguntas?
Ah, eu queria saber:
Será que Deus tem nome?
Por que acontecem
coisas ruins
com pessoas boas?
E por que há tanta
hipocrisia na religião?
É, tem muita gente
procurando respostas
para essas perguntas.
E então?
Duas semanas
depois dessa oração,
as Testemunhas de Jeová
me visitaram.
Normalmente,
eu nem teria atendido.
Entendi.
E por que dessa vez
você atendeu?
Porque dessa vez
foi diferente.
Eram duas irmãs,
e uma delas
foi minha professora
no Ensino Médio.
Ela foi muito bondosa
quando eu estava
no primeiro ano
do Ensino Médio,
e quando a vi,
abri a porta.
E a pergunta
que ela me fez foi essa:
“Você sabia que Deus
tem um nome?”
Aí, ela leu Salmo 83:18.
Depois, ela leu 1 João 5:19,
que diz que “o mundo inteiro
está no poder do Maligno.”
E depois dessa
conversa com ela,
eu senti uma alegria
que eu nunca tinha
sentido antes.
Que legal!
E, além dela,
mais alguém te ajudou
no estudo da Bíblia
e a fazer
progresso espiritual?
Sim.
Depois da conversa,
eu comecei
a estudar a Bíblia.
Depois eu visitei Atlanta,
nos Estados Unidos,
e conheci
o meu melhor amigo.
Ah, é?
Fale sobre ele.
Eu já estava estudando
fazia um ano,
mas precisava de ajuda
para aplicar o que aprendi.
E ele se esforçou muito
para me ajudar.
Ele era um pioneiro zeloso
que me ajudou
a aplicar o que aprendi.
Por causa disso, eu decidi
me mudar para Atlanta,
e ele começou a dirigir
o meu estudo.
E a gente foi colega
de apartamento
por sete anos.
Esse é um verdadeiro amigo.
Além de se importar
com você,
ele se esforçou
para te ajudar
espiritualmente.
E depois, o que aconteceu?
Então,
eu lembro que ele convidou
o viajante
para acompanhar
o meu estudo.
E o superintendente viajante
foi muito bondoso comigo.
Aí, depois daquele estudo,
eu decidi orar a Jeová,
implorando
que ele me ajudasse
a ter alvos espirituais.
E nessa foto,
quem estava com você?
Ah, isso foi no meu batismo.
Na direita, do meu lado,
é a minha antiga professora,
que bateu na minha porta.
E do outro lado,
na esquerda,
é o meu melhor amigo.
Que legal.
Então ele te ajudou
a conversar
com o superintendente
de circuito.
Que efeito isso
teve em você?
Nessa época, eu também
precisava de ajuda
para lidar
com consequências
de coisas erradas
que eu tinha feito,
antes de ter conhecido
a verdade.
Na época,
o superintendente
do nosso circuito
me ajudou bastante também.
Ele me ajudou a melhorar
minhas habilidades
na pregação.
Ele me ajudou a melhorar
minha arte de ensino,
fazer pastoreios
e a lidar
com sentimentos negativos.
E, pouco depois,
eu me tornei
superintendente de circuito.
É impressionante!
E pensando em todos
que te ajudaram a crescer
em sentido espiritual,
o que você tem a dizer?
Eu penso no personagem
bíblico Onésimo.
Antes de ser um cristão,
ele era um escravo
que fugiu.
E na época,
um escravo era visto
como propriedade de alguém.
Mas ele se tornou cristão
e foi usado por Paulo
para ajudar as congregações.
E eu me sinto como Onésimo.
Antes de conhecer a verdade,
eu era como uma propriedade
e sem futuro.
Mas aí, Jeová usou
vários “apóstolos Paulo”,
como minha professora
do Ensino Médio,
meu melhor amigo,
o superintendente
do meu circuito
para me ajudar a ver
o meu verdadeiro potencial.
É muito bom ver que você
já alcançou alguns alvos.
Isso mostra como é
importante dedicar tempo
para ajudar os jovens
a amar a Jeová.
Muito obrigado, Doug,
por contar sua história!
Quando a necessidade
espiritual é saciada,
nos sentimos motivados
a fazer mais por Jeová.
A última entrevista
é com o casal
que serve na Tailândia.
Vamos receber
Andrew e Julia Alton.
Andrew, Julia,
vocês são do Reino Unido,
mas estão servindo
na Tailândia.
O que levou vocês
a mudarem?
Sendo sincero,
por muito tempo nosso alvo
foi servir no Betel
da Inglaterra.
E depois das petições,
nenhuma resposta.
A gente ficou
um pouco desanimado
e também
meio perdido, sabe?
Alguns têm
alvos espirituais,
mas ficam meio
decepcionados
porque não aconteceu
quando e como queriam.
Então, o que vocês fizeram?
Naquele momento, a gente
só orou sobre o assunto,
e depois, a gente teve
a chance de servir
onde havia
mais necessidade.
E quando surgiu
essa oportunidade?
A minha irmã
e o meu cunhado
já estavam servindo
onde há necessidade,
e eles nos incentivaram
a tentar também.
E lá em Manchester,
perto de onde
a gente morava,
já existia um grupo
de língua tailandesa.
Então, tudo isso contribuiu
para servirmos na Tailândia.
Como foi?
Foi ótimo.
Mas também,
a cada 6 meses,
nós tínhamos que voltar
para o Reino Unido
para trabalhar.
Daí, pedíamos
para os amigos cuidarem
de quem demonstrou
interesse,
e toda vez que voltávamos
para a Tailândia,
parecia que estávamos
começando do zero.
E no nosso coração,
a gente ainda
não tinha desistido
de servir no Betel
da Inglaterra.
Mas de um jeito ou de outro,
a gente tinha
que tomar uma decisão.
Será que continuamos
servindo aqui na Tailândia
ou voltamos
para o tempo integral
lá na Inglaterra?
E nesse meio tempo,
nenhum sinal
do Betel da Inglaterra.
Então, qual foi
a decisão de vocês?
Depois de orar muito,
a gente decidiu
ir para a Tailândia.
E o que levou
a essa decisão?
A gente analisou
todas as opções
e viu que a Tailândia
tem muita necessidade.
Lá tem tanto trabalho
para ser feito.
Então, a gente escolheu
deixar de lado
o que nós queríamos
e focar na necessidade.
E também porque,
para nós,
essa era a coisa
mais assustadora.
Como essa coisa
mais assustadora
influenciou a sua decisão?
Então, a coisa mais
assustadora
estava fora da nossa
zona de conforto.
E quando a gente sai
da nossa zona de conforto,
a gente tem que confiar
totalmente em Jeová.
E algo lindo aconteceu,
a gente se aproximou
muito mais Dele.
Muito obrigado
por ter contado
e por terem feito
a coisa mais assustadora.
E como que é a pregação
na Tailândia?
Ah, é incrível.
Essa é uma foto
minha e da Julia
quando a gente estava
pregando lá em Bangkok.
Tem muitas pessoas
interessadas lá.
É interessante
que, na Tailândia, em geral,
é meio que fácil reconhecer
que o país é
principalmente budista.
Mas muitas pessoas,
principalmente os jovens,
procuram respostas
mais convincentes,
e isso deixa a porta aberta
para a verdade.
A gente tem até um vídeo
sobre isso.
Vamos ver!
Bem-vindo à Tailândia!
Aqui é um país
cheio de cores.
É fácil sentir o aroma
das comidas feitas nas ruas
e a alegria de estar
na conhecida
“Terra dos Sorrisos”.
A hospitalidade
não é só um hábito,
mas um estilo de vida.
As pessoas aqui
valorizam os amigos
e a família.
Ainda assim,
muitos ainda estão em busca
de algo a mais.
As pessoas aqui
estão tentando encontrar
um sentido na vida.
Algo que dê paz.
Veja o exemplo
de Narumon e Kanitta.
No ambiente onde eu cresci,
os líderes religiosos
que deviam
seguir os ensinamentos
da igreja
não eram um bom exemplo.
E quando eu era criança,
eu me perguntei:
‘Se eles são
líderes religiosos,
mas não são boas pessoas,
por que as pessoas
ainda os adoram?’
Mas a resposta
que me deram foi:
“Bem, ele é um monge,
então você precisa
reverenciá-lo
e respeitá-lo.”
Mas eu continuei pensando
que tudo aquilo
não fazia sentido nenhum.
O meu pai era um homem
amoroso e bondoso,
o único problema
é que ele era alcoólatra.
De acordo
com os ensinos budistas,
se uma pessoa é
viciada em álcool
e bebe muito,
ela corre o risco
de ir para o inferno.
E isso me deixava
com muito medo.
Eu não queria que meu pai
fosse para o inferno.
Então eu fui ao templo
para ver se tinha algo
que eu podia fazer
para ajudar meu pai.
Mas os líderes religiosos
disseram
que não havia nada
que podia ser feito.
Eles disseram
que boas ações
não apagam os pecados
das pessoas,
mas que se fizéssemos
doações para o templo,
talvez isso ajudaria meu pai
a não ir para o inferno.
Mas aquilo não respondeu
à minha pergunta
e me deixou pensando:
‘O que será
que outras religiões
ensinavam
sobre esse mesmo assunto?’
Desde criança,
eu fui ensinada a acreditar,
sem duvidar,
nem perguntar,
sem razões.
Ninguém te dava motivos
para acreditar naquilo.
Mas eu queria
respostas melhores,
mais profundas.
Então, eu entrei para grupos
nas redes sociais
que falavam
sobre mudar de religião.
Eu vi que muitas pessoas
também pensavam como eu.
Várias me convidaram
para ir à igreja.
Eu fiquei interessada,
mas com medo.
Eu vi uma Bíblia e pensei:
‘Talvez esse livro responda
às perguntas que eu tenho
sobre a vida.’
Eu perguntei se eles
podiam me emprestar
para eu ler em casa.
Mas aquele professor
da Bíblia
disse que eu não podia
levar,
que eu tinha que comprar.
Eu perguntei quanto custava,
e ele disse que era
em torno de 31 dólares.
Deve ter como ler a Bíblia
grátis no celular, certo?
Então, eu digitei “Bíblia”
no Google
e cliquei no primeiro link.
Eu vi que lá dizia:
“Curso bíblico gratuito”.
Curso da Bíblia gratuito?
Depois, eu vi
que o site era o jw.org.
E pensei:
‘‏Hmm, será que é de graça
mesmo?’
Bom, eu tentei
de qualquer forma,
preenchi os meus dados
e disse para mim mesma
que, se não fosse de graça,
eu ia parar,
e que não entraria
em contato de novo.
Só que, depois
de dois dias,
uma irmã me ligou,
e eu perguntei
várias vezes a ela:
“É de graça mesmo?
Tem certeza?”
Ela sempre dizia:
“Sim, é de graça.”
Um dia, enquanto
eu estava almoçando
com a minha chefe,
eu vi que, antes de comer,
ela fechou os olhos.
Eu não entendi porque ela
estava fazendo aquilo.
Então, assim que ela
abriu os olhos,
eu perguntei.
Ela disse que estava
orando para agradecer,
que era cristã
e que orava
para agradecer a Deus.
Eu disse:
“Ah, eu gostaria
de mudar de religião,
se eu quiser mesmo
fazer isso,
o que que eu devo fazer?”
Então, ela me ofereceu
um estudo da Bíblia,
perguntou se eu gostaria.
Na hora eu aceitei.
Meu pai faleceu em 2019,
e foi muito triste,
mas eu não fiquei mais
com medo,
porque, eu sei
que, no futuro,
eu vou poder
vê-lo de novo.
Eu sei que ele vai
ser ressuscitado
e que nós vamos poder
conversar novamente.
Uma lição
que me tocou muito foi
a lição 27
do Seja Feliz para Sempre!
A minha instrutora
me ensinou a ver
que o amor de Jeová
e o sacrifício de Jesus
deixam claro
que Jesus não apenas
disse que nos ama,
ele também agiu.
E são pessoas assim
que eu quero ter
como meus líderes,
pessoas que mostram
de verdade
que nos amam
e dão de si por nós.
Tem sido um privilégio
ver pessoas
como a Narumon e Kanitta
conhecendo a verdade.
É por isso que continuamos
procurando,
porque quando uma pessoa
encontra a verdade,
sua vida muda totalmente.
Vocês conhecem
essas irmãs, não é?
Sim, e a Narumon
era uma estudante da Bíblia
quando chegamos
na Tailândia,
e nós servimos na mesma
congregação que ela.
Dá para ver porque vocês
amam tanto a pregação lá.
E teve mais gente
que ajudou vocês
a se adaptarem
à sua designação?
É, teve muitos irmãos
e irmãs que nos ajudaram,
em especial um casal
de missionários
que cursou Gileade.
Eles ajudaram a gente
a ver a importância
de se esforçar
e de ter um tempo
para descansar,
para ajudar na adaptação.
Eles também
nos ajudaram a ver
como deixar nossa casa
mais confortável,
com mais cara de lar,
para conseguirmos
descansar bem
e estar prontos
para pregar no dia seguinte.
Que legal que eles
deram ajuda prática
e pelo exemplo.
Então, Andrew e Julia,
o que vocês acham
que deu início
a esse desejo
de fazer mais por Jeová?
No meu caso,
foi meu pai e a minha mãe.
Eles amavam muito a Jeová,
eram bondosos
e muito generosos
ao ajudar os irmãos e irmãs.
É, quando eu era mais novo,
eu e meu pai
trabalhamos juntos
várias vezes
em construções
de Salões do Reino,
e era muito bom
trabalharmos juntos.
Também tinha dois anciãos
da minha congregação
que trabalhavam
no mesmo local que eu,
e eles participavam
de construções
de Salões do Reino.
Todos eles me ajudaram
a desenvolver amor por Jeová
e a estabelecer
alvos espirituais.
É você?
É, com minha mãe
e meu pai.
Que legal!
Sim, e para mim, também
foi o ótimo exemplo
dos meus pais.
A minha mãe se batizou
quando eu era criança,
e o meu pai,
uns anos depois.
E desde então,
a gente sempre teve
uma rotina espiritual
bem consistente,
o que é difícil
quando se tem sete filhos.
E não importava
o que acontecesse,
a gente sempre
estava no campo
e sempre estava na reunião.
Isso nunca mudou.
E eu lembro muito bem
de chegar da escola
e encontrar a minha mãe
sentada à mesa,
fazendo
o estudo pessoal dela.
E todas as manhãs,
eu vi o meu pai sentado
lendo a Sentinela.
Eu simplesmente
queria imitar eles,
dava para ver como Jeová
era real para eles.
E é você, nessas duas fotos?
É, sou eu e a minha mãe,
e eu e o meu pai.
Vocês deixam claro
como é importante
que pais, missionários
e outros
tirem tempo
para ajudar os jovens
e seus filhos
a confiarem
totalmente em Jeová
e a se esforçarem
para fazer mais por Ele.
Muito obrigado,
Andrew e Julia,
por compartilharem
com a gente.
Como vimos,
Jeová pode usar
qualquer pessoa,
para saciar a necessidade
espiritual de alguém.
Você conseguiu se enxergar
nessas entrevistas?
Como Jeová está
te usando agora,
para saciar a necessidade
espiritual de alguém?
Vocês, pais,
merecem elogios
por se esforçarem tanto
para ajudar seus filhos
a amar a Jeová
e dar o melhor para ele.
Vocês podem fazer isso,
mesmo que não tenham
o apoio do marido
ou da esposa.
E nós, anciãos,
servos ministeriais,
pioneiros,
missionários e idosos,
também podemos ajudar
esses preciosos jovens.
Podemos fazer muito
para ajudá-los
a dar o melhor para Jeová.
E então, eles
ajudarão outros
em sentido espiritual.
Esperamos que tenham
gostado dessas entrevistas
e experiências,
e nos vemos
no próximo episódio
do Livro Aberto.
Muito bom!
Muito obrigado, irmão Jeremy
e a todos os participantes.
Gostamos muito.
Nossos corações
estavam ardendo
ao ver quantas pessoas
interessadas
precisam ser encontradas.
Não sei você,
mas bateu uma vontade aqui
de voltar
para minha designação
de missionário.
Mas enfim,
a gente não escolhe,
não é?
No começo,
no discurso
em que consideramos
o que tinha acontecido
entre Abrão e Ló,
o que você pensou
sobre Ló?
Imaginou que ele fosse
o vilão?
Nosso irmão David Splane
vai considerar
um ângulo diferente,
e bem interessante,
sobre esse relato de Ló.
E o tema dele
será o seguinte:
“Dê o benefício da dúvida”.
Eu estava lembrando
que mês que vem
vai fazer 60 anos
que eu me apresentei
no Betel do Brooklyn
para começar
a Escola de Gileade.
Que memórias incríveis!
E, claro,
cinco meses depois
tivemos a formatura.
Então, eu acho
que eu tenho uma ideia
de como vocês estão
se sentindo agora.
Hoje é um dia especial
para vocês, alunos,
que logo vão se formar.
E queremos dizer que estamos
orgulhosos de vocês.
Vocês se esforçaram
e Jeová os abençoou.
E deu para perceber
que vocês usaram
os seus estudos,
não para impressionar
as pessoas
com o quanto vocês sabem,
mas para se achegar a Jeová
e para se achegar
aos irmãos.
E é justamente sobre isso
que eu vou falar
neste discurso,
nosso relacionamento
com os irmãos e as irmãs.
Bem,
não é novidade para nós
que Jeová conhece
exatamente tudo sobre nós.
Isso nos deixa tranquilos,
porque quando Jeová fizer
o julgamento final,
temos certeza
que será justo,
porque ele não deixará
nada passar despercebido.
Ele não vai ignorar nada
e nem vai se esquecer
de nada.
Jeová vai levar em conta
cada detalhe da nossa vida.
Por outro lado,
como Deus disse para Samuel:
“Deus não vê
como o homem vê;
o homem vê a aparência.”
É impossível
que algum de nós
tenha todas as informações
sobre uma pessoa
para conseguir fazer
um julgamento justo
sobre ela.
E, como o irmão Rumph falou,
vamos falar sobre Ló
e ver o que aprendemos
com ele.
E a pergunta é:
‘O que nós podemos aprender
sobre dar o benefício
da dúvida para alguém,
analisando o exemplo de Ló?’
Ah, e só para avisar,
o Rumph e eu combinamos
que os nossos discursos
iam ser sobre Ló.
Esse sempre foi
o nosso plano.
E Pedro
disse algo interessante
sobre Ló.
Vamos ler o que Pedro
escreveu
na sua segunda carta.
Segunda Pedro capítulo 2.
Vamos ler
os versículos 7 e 8.
Esses versículos
descrevem Ló.
Vou dar um tempo
para achar.
Se você também tem
artrite nos dedos,
sabe que leva um tempo
para achar um texto.
Segunda Pedro 2:7, 8.
Falando de Jeová,
diz assim:
“Mas ele livrou o justo Ló,
“que ficava muito aflito
“por causa
da conduta insolente
“dos transgressores.
“(Porque, enquanto morava
entre eles,
“dia após dia
“esse homem justo
“sentia sua alma justa
atormentada
por ver e ouvir aquelas
ações contra a lei.)”
Mas
quem estava chamando
Ló de justo?
Será que essa era
a opinião pessoal de Pedro?
Claro que não,
porque essa era
a segunda carta
inspirada de Pedro.
Então Pedro foi motivado
pelo espírito santo
para falar desse jeito
a respeito de Ló.
Então, o espírito santo
moveu Pedro
a escrever três vezes
que Ló era justo.
Espera aí!
Quem motivava
o espírito santo?
Jeová Deus.
Então, na verdade,
quando lemos três vezes
que Ló era um homem justo,
estamos lendo
como o próprio Jeová
enxergava o seu servo Ló.
Será que é assim que você
normalmente enxerga Ló,
como um homem justo?
Ou você normalmente
se concentra nos erros dele?
Talvez alguém pense assim:
‘Quando o tio dele, Abraão,
deixou ele escolher onde,
na terra de Canaã,
ele queria morar,
Ló escolheu o melhor lugar.
Ele devia ter deixado
o mais velho escolher.’
Isso não mostra
que Ló era egoísta?
Quando lemos
esse relato na Bíblia,
nós não temos
todas as informações
do que realmente aconteceu.
Por isso, podemos chegar
a essa conclusão
e talvez estejamos certos.
Mas será que Ló
era mesmo egoísta?
Ou será que existem detalhes
que nós não sabemos,
que podem nos ajudar
a entender melhor a situação
ou até mudar
nossa opinião sobre Ló?
Pense no seguinte:
É verdade que Ló era
sobrinho de Abraão,
mas imagine
se ele fosse mais velho
do que o seu tio,
ou até, muito mais velho.
Isso mudaria
a sua opinião sobre Ló?
Se você é um betelita,
vai entender.
Anos de tempo integral.
Deixa eu explicar.
Aqui em Betel,
quando quartos ficam
disponíveis,
temos um jeito interessante
de decidir quem fica
com cada quarto.
A gente não tira
no palitinho,
nem no cara e coroa.
Não resolvemos
com “pedra, papel e tesoura”
e nem fazemos
queda de braço.
Temos um leilão de quartos.
Então aqueles que estão
participando do leilão
visitam cada quarto.
E quando alguém vê
um quarto que ele gosta,
ele informa isso
para o Escritório de Betel.
Agora, o que acontece
se dois betelitas
querem o mesmo quarto?
Bom, o quarto é dado
para aquele
que for mais veterano,
ou seja, quem tiver
passado mais anos
servindo no tempo integral.
Agora, a pessoa
que não ganhou o quarto
não reclama para a outra
que ganhou, falando:
“Você é egoísta,
eu queria aquele quarto.
Você deveria ter deixado
eu ficar com ele.”
Não.
O betelita veterano
ganha o quarto.
É assim que funciona.
Digamos que Ló fosse
mais velho que o seu tio,
com idade suficiente
para ser o pai dele.
Não dá para ter certeza,
porque o livro de Gênesis
deixa alguns detalhes
de fora.
Mas vamos ver alguns
detalhes interessantes.
Abraão tinha dois irmãos:
Harã e Naor.
E Abraão, provavelmente,
era o caçula da família.
Mas por que dizemos isso?
Quantos anos
o pai de Abraão tinha
quando Abraão nasceu?
Ele tinha 60 anos?
Não.
Será que ele tinha 100 anos?
Não.
O pai de Abraão
tinha, mais ou menos,
130 anos
quando Abraão nasceu.
Que irônico, não é?
Abraão achava
que ele era velho demais
para ter um filho,
com 100 anos,
sendo que o seu próprio pai
tinha, mais ou menos, 130
quando ele nasceu.
Enfim,
isso significa que Abraão
tinha irmãos mais velhos.
E, de acordo com a Bíblia,
se fizermos as contas,
conseguimos entender
que o irmão mais velho
de Abraão
tinha 60 anos
quando Abraão nasceu.
E esse pode ter sido
o pai de Ló,
já que ele foi o primeiro
dos três a morrer.
E, naquela época,
os homens começavam
a ter filhos
com uns 30 anos.
Então, se o pai de Ló
tinha 60 anos
quando Abraão nasceu,
não faz sentido pensar
que Ló era um adolescente,
ou até um homem adulto,
quando Abraão apareceu?
Se for isso mesmo,
Abraão estava
simplesmente oferecendo
a escolha do lugar
na Terra Prometida
para quem era o mais velho.
E, se você já ganhou
algum quarto
por ser o mais veterano,
eu acho que você não vai
discordar dessa lógica.
Mas alguém pode dizer:
“Tá bom,
mas você não pode provar
que Ló era mais velho
do que Abraão,
porque a Bíblia
não diz isso.”
Mas esse é o ponto.
Porque também não dá
para provar
que ele não era.
O objetivo desse discurso
não é provar nada,
não é sobre Ló.
Ló é só um exemplo.
O ponto aqui
é que precisamos dar
o benefício da dúvida
para as pessoas
quando não temos
todos os fatos.
E nesse caso,
nós não temos
todos os fatos.
Muito bem,
mas alguém pode dizer:
“Ló não estava satisfeito
em morar em tendas.
Ele queria uma vida
mais confortável,
por isso ele se mudou
para Sodoma.
Isso não prova
que ele era materialista?”
É, pode ser que sim.
Mas, novamente,
será que temos
todos os fatos?
Será que sabemos
o que motivou Ló
a se mudar para Sodoma?
Será que ele queria
uma vida mais confortável?
Ou será que ele queria
dar mais segurança
para a família dele?
Lembre-se,
Ló já havia sido
sequestrado.
Se você tivesse
sido sequestrado,
você gostaria de morar
com a sua família
em uma tenda
ou preferiria a segurança
de uma cidade com muralhas?
Lembre-se:
muitos dos nossos irmãos
e irmãs moram
em bairros perigosos.
E isso não é porque eles
querem o conforto
de morar
em uma cidade grande.
É porque eles simplesmente
não têm outra escolha.
E o apóstolo Pedro
sabia o tanto quanto nós
sobre Ló,
e ele escreveu que Ló
era “um homem justo”,
não um homem egoísta,
não um homem materialista,
mas “um homem justo”.
Ló não se tornou justo
porque ele deixou
a cidade de Sodoma.
Jeová permitiu
que Ló sobrevivesse
à destruição de Sodoma
porque ele já havia
sido justo.
Ele já tinha provado
que era justo
pelas coisas
que havia feito.
É, pode ser
que Ló foi egoísta
quando ele aceitou
a melhor parte da terra,
e talvez ele foi
materialista
quando ele se mudou
para Sodoma.
Mas se isso for verdade,
então Ló deve ter feito
muitas outras coisas boas
para que Jeová
tivesse motivos
para chamá-lo de justo,
coisas que nós
não temos nem ideia.
Então, a lição aqui é:
Nós temos que olhar
para o quadro completo.
Mas, às vezes,
nós não sabemos
todos os detalhes
do que aconteceu.
E se tirarmos
certas conclusões
sem ter todos os fatos,
é muito fácil chegar
a uma conclusão errada.
E foi isso o que aconteceu
com os israelitas
após a conquista
de uma parte
da Terra Prometida.
A tribo de Rubem, de Gade
e a meia tribo de Manassés
decidiram ficar
do lado leste do Rio Jordão,
porque lá eles tinham
mais pasto
para seus animais.
Vamos ler Josué capítulo 22
e ver o que aconteceu.
Vou dar um tempinho
para acharem.
Então, é Josué
capítulo 22,
nós vamos ler
o versículo 10.
Josué 22:10:
“Quando chegaram
à região do Jordão
“na terra de Canaã,
“os rubenitas, os gaditas
e a meia tribo de Manassés
“construíram um altar ali,
junto ao Jordão,
um altar grande
e impressionante.”
Ao invés de dar
o benefício da dúvida
para os seus irmãos,
os outros israelitas
concluíram
que eles estavam
praticando apostasia.
Eles se prepararam
para guerrear contra eles.
Mas o que sabemos
sobre essas duas tribos
e meia?
Antes disso,
eles já tinham lutado
ao lado
dos outros israelitas
para conquistar
a Terra Prometida.
Mas não só isso.
Eles tinham arriscado
a vida deles.
Como sabemos disso?
Eles eram colocados
na linha de frente
da batalha.
As duas tribos e meia
eram sempre as primeiras
e, por isso, ficavam
na posição mais perigosa.
Eles eram corajosos.
E o relato nunca diz
que eles tinham
alguma inclinação
para a apostasia.
Mas,
ao invés de dar
o benefício da dúvida
para seus irmãos,
as outras tribos
enviaram representantes
que disseram o que lemos
nos versículos 16 e 18,
16 a 18:
“Assim diz toda
a assembleia de Jeová:
‘Por que vocês cometeram
esse ato de infidelidade
‘contra o Deus de Israel?
‘Vocês deixaram hoje
de seguir a Jeová,
‘construindo para vocês
um altar
‘e se rebelando
contra Jeová.
‘Não nos bastou
o erro cometido em Peor?
‘Até hoje não
nos purificamos dele,
‘apesar de uma praga
ter vindo
sobre a assembleia de Jeová.
‘E agora vocês querem
deixar de seguir a Jeová?
‘Se hoje vocês se rebelarem
contra Jeová,
então amanhã
ele ficará indignado
com toda a assembleia
de Israel.’”
E eles não pararam por aí.
Eles tinham mais para dizer.
E quando os representantes
das dez tribos
deram uma chance
para eles se explicarem,
os anciãos das duas
tribos e meia explicaram
que o altar
não era para adoração.
O altar foi construído
para lembrar as tribos
do outro lado do Jordão
que as duas tribos e meia
também adoravam a Jeová.
O sumo sacerdote
e os anciãos de Israel
devem ter ficado
constrangidos
quando perceberam
que fizeram
uma tempestade
em copo d’água.
No começo do discurso,
falamos que Jeová conhece
exatamente tudo sobre nós.
Então faz sentido
que, quanto mais conhecermos
nossos irmãos e irmãs,
como eles foram criados,
os desafios que enfrentam,
menos críticos
nós nos tornaremos.
Quando descobrimos
que alguns
se esforçaram tanto
para chegar
aonde estão agora,
não temos escolha
a não ser amá-los.
Nunca duvide do valor
da melhor pessoa da família.
Às vezes, nós temos
algum tipo de problema
com um irmão,
mas aí, entendemos
como foi a criação dele.
Talvez nenhum
dos seus parentes
estão na verdade
ou talvez ele teve um estilo
de vida imoral antes,
e agora, temos essa joia,
essa pessoa
que Jeová ama tanto.
Então,
quando alguém
nos irritar um pouco,
precisamos parar e pensar:
‘Será que Jeová considera
essa pessoa justa,
um homem justo
ou uma mulher justa?’
‘Ele me irrita,
ela me irrita.’
Mas talvez
aos olhos de Jeová
ela é uma pessoa justa.
E o problema é
que eu só me concentro
naquilo que me irrita,
mas eu não vejo
o quadro completo.
Muitos anos atrás,
em outro Betel,
um irmão jovem teve
que trabalhar
com uma irmã idosa
em um projeto
que ia durar um bom tempo.
Essa irmã e o marido dela
eram ungidos.
O irmão
era o homem mais bondoso
que eu já conheci.
Já a esposa dele...
era uma irmã muito fiel.
Dando o benefício da dúvida.
Mas se você não fizesse
as coisas do jeito dela,
ela virava uma fera
e dava uma bronca daquelas.
Eu acho que ela se encarava
menos como uma irmã
e mais como a avó
de todo mundo.
Eu fiquei impressionado
com a maturidade
daquele jovem.
Ao invés de ficar com raiva
e dizer:
“Essa irmã não tem o direito
de falar com um irmão
desse jeito”,
ele convidou o casal
para tomar uma refeição.
E descobriu
que o casal perseverou
quando a obra foi proibida
no país deles.
E assim,
ele passou a ter
um ponto de vista diferente
daquela irmã.
E talvez, isso também mudou
o ponto de vista dela
sobre ele.
Então, se tivermos
algum atrito
com um irmão ou uma irmã,
vamos tentar
conhecê-los melhor,
passar tempo com eles,
trabalhar com eles no campo,
sair para tomar um café.
Amar é conhecer.
Então, se você receber
convites
para tomar café
na semana que vem...
Alguém pode ser tímido
ou ter uma expressão séria,
talvez nunca dê um sorriso.
Podemos concluir
que ele é frio,
orgulhoso ou desamoroso.
Isso nem sempre é verdade.
Ele não tem culpa de ter
nascido com essa cara.
Uma saúde debilitada
ou outro problema
faz com que alguém
não trabalhe tanto
quanto a gente.
Talvez ele não conte
para ninguém
sobre esse problema.
Então, podemos achar
que ele é preguiçoso,
mas Jeová vê que ele está
dando o seu melhor.
Por outro lado,
e se alguém tem
muita energia
e consegue trabalhar
o dobro que a gente,
devemos concluir que ele
está tentando se mostrar
e parecer melhor que nós?
Pode ser só a forma
como ele foi treinado,
é o jeito dele de dar
o seu melhor para Jeová.
Quando trabalhava
no circuito,
eu visitei uma congregação
que eu ouvi
muitas coisas negativas
sobre uma irmã.
As pessoas falavam:
“Ela diz que está doente,
mas sempre encontramos
ela no mercado.
Ela tem bastante energia
para fazer compras,
mas não para ir
para as reuniões.”
Eu visitei essa irmã,
e ainda bem que eu fiz isso.
Na verdade,
ela tinha uma doença
muito grave.
Ela vivia sentindo dores.
Mas, de vez em quando,
a dor diminuía.
E, quando isso acontecia,
ela aproveitava
para ir ao mercado.
Ela morava sozinha,
não tinha ninguém
para ajudá-la.
Mas, quando a dor voltava,
ela ficava a maior parte
do tempo na cama.
Não teria sido melhor
se os irmãos tivessem
oferecido ajuda
ao invés de criticá-la?
Como eu disse,
o objetivo desse discurso
não é provar nada sobre Ló
ou sobre
qualquer outra pessoa.
O objetivo
é nos lembrar
que Jeová é o único
que sabe todos os fatos.
Ele ama
nossos irmãos e irmãs
e quer que a gente
os ame também.
Jeová ficará feliz
se dermos o benefício
da dúvida para os irmãos.
Sabemos que vocês farão isso
ao trabalharem ombro a ombro
com os seus irmãos.
Nunca se esqueçam
que nós amamos muito
todos vocês.
Que Jeová os abençoe
enquanto continuam
servindo a ele fielmente.
Então,
você quer saber
para aonde os alunos vão?
Sim!
Essa é uma parte
bem emocionante.
E aqui nós temos
o irmão Ronald Curzan
que vai nos ajudar.
Ele vai nos ajudar
entregando os diplomas
para os alunos de Gileade.
Primeiro, temos o irmão
Ajavon,
e ele vai voltar
para a filial
da África Ocidental.
Agora, temos o irmão
e a irmã Alimănescu
que voltarão para o Betel
da Romênia.
O irmão e a irmã Alton
foram designados
para o Betel da Zâmbia.
O irmão Arsiashvili
vai voltar para o Betel
da Geórgia.
O irmão e a irmã Bueche
voltarão para o Betel
dos Estados Unidos.
O irmão e a irmã Capece
voltarão para o Betel
de Moçambique.
O irmão e a irmã Carlisle
foram designados
para o Betel de Portugal.
O irmão e a irmã Carmichael
voltarão para o Betel
dos Estados Unidos.
O irmão e a irmã Carraway
foram designados
para o Betel da Zâmbia.
O irmão Collymore
foi designado para o Betel
da África Ocidental.
O irmão Figely
vai voltar para o Betel
da Tchéquia e Eslováquia.
O irmão Fujita vai voltar
para o Betel do Japão.
O irmão e a irmã Gatembasi
foram designados
para o Betel de Ruanda.
O irmão e a irmã Girma
voltarão
para o Betel da Etiópia.
O irmão e a irmã González
voltarão para o Betel
da Espanha.
O irmão e a irmã Hayega
voltarão para o Betel
da África Ocidental.
O irmão e a irmã Herron
foram designados
para o Betel da Nigéria.
O irmão e a irmã Hugó
voltarão para o Betel
da Escandinávia.
O irmão e a irmã
Lagavakatini
voltarão
para o Betel de Fiji.
O irmão e a irmã Lattanzi
foram designados
para o Betel da Espanha.
A irmã Lin voltará
para o Betel de Taiwan.
O irmão Lopes
foi designado para o Betel
da África do Sul.
E o irmão MacDonald
voltará para o Betel
dos Estados Unidos.
O irmão e irmã Mauri
voltarão para o Betel
da Australásia.
O irmão Mutahi
voltará para o Betel
da África Oriental.
O irmão Nelson
voltará para o Betel
da Escandinávia.
O irmão e irmã Osogu
voltarão para o Betel
da Nigéria.
O irmão Peralta voltará
para o Betel da Colômbia.
A irmã Šakić voltará
para o Betel da Croácia.
O irmão e a irmã Spina
foram designados
para o Betel de Ruanda.
O irmão Terrell
voltará para o Betel
dos Estados Unidos.
O irmão Vaitiekus voltará
para o Betel da Finlândia.
O irmão Yoon voltará para
o Betel dos Estados Unidos.
O irmão Zapp voltará para
o Betel dos Estados Unidos.
E agora?
Vocês querem ver
a turma completa?
Levantem as cortinas!
Estamos muito
orgulhosos de vocês.
Vocês se esforçaram
e estudaram muito,
e agora, estão aqui
na formatura.
Estamos muito felizes
de ver como Jeová tem
abençoado vocês.
Agora, teremos a leitura
da carta da turma,
e o irmão Aidan Mauri,
da filial da Australásia,
fará a leitura para a gente.
Queridos irmãos
do Corpo Governante,
nós queremos expressar
como somos gratos
pelo privilégio inigualável
de cursar a Escola Bíblica
de Gileade.
Desde o momento
em que chegamos,
a sua calorosa
hospitalidade,
também expressa
pela família de Betel,
nos cobriu de amor
e aumentou
a nossa expectativa
para o banquete
espiritual à frente.
Obrigado pelo tempo
que gastaram
visitando a nossa turma.
O seu ensino,
o esforço amoroso
de seus ajudantes
e de nossos instrutores,
junto com o Departamento
de Escolas Teocráticas,
tocou profundamente
o nosso coração,
e nos ajudou a ver
o nosso Grandioso Instrutor
com nossos próprios olhos.
Durante a Escola de Gileade,
fomos ajudados a ver
e a valorizar o amor
terno e altruísta de Jeová,
de uma forma
ainda mais profunda.
Desde o momento em que
a humanidade caiu no pecado,
Jeová não tem medido
esforços
para reconciliar os humanos
consigo mesmo.
Meditar na promessa edênica,
nos pactos de Jeová
com Abraão e Davi,
e nos belos detalhes
da Lei mosaica,
especialmente
o Dia da Expiação,
aumentou nossa gratidão
pelo sacrifício de resgate
de seu Filho amado.
Nossa confiança
no amor de Jeová
também cresceu
por meio do nosso estudo
da vida de Jesus,
e de como ele
refletiu perfeitamente
as qualidades de seu Pai.
Ficamos especialmente
comovidos
com a paciência
que ele mostrou
para com os apóstolos,
a dignidade e a bondade
com que tratou as mulheres,
e o amor abnegado
que demonstrou
ao sofrer e morrer
na estaca de tortura.
Como somos gratos
por ter Jesus
como nosso Rei reinante
e Sumo Sacerdote compassivo.
Estudar o cumprimento
de profecias bíblicas
fortaleceu nossa esperança
nas promessas de Jeová
e nos encheu de coragem
para os dias à frente.
Por exemplo,
a visão de Zacarias
dos quatro carros de guerra
saindo para os quatro cantos
da Terra,
e o espírito de Jeová
‘descansando no norte’,
nos deu a certeza
de que os anjos de Jeová
agem como uma cavalaria
para proteger seu povo,
tanto nos tempos antigos,
como nos nossos dias.
Mesmo com as condições
do mundo cada vez piores,
saber que essa cavalaria
angélica está do nosso lado
enche nosso coração
de confiança
para defender a soberania
de Jeová agora
e durante
a grande tribulação.
Nosso zelo pelo ministério
também foi intensificado
por meio das sessões
de treinamento
Ame as Pessoas,
Faça Discípulos.
Tivemos demonstrações
que mostraram
as qualidades necessárias
para pregar nas mais
diversas circunstâncias.
Essas experiências
fortaleceram o nosso desejo
de compartilhar
as boas novas do Reino
com mais amor e urgência,
pois ‘os campos estão
brancos para a colheita’.
Nós estamos determinados
a aplicar tudo o que Jeová,
nosso Grandioso Instrutor,
nos ensinou nestes
últimos cinco meses.
Estamos decididos a imitar
o nosso Cabeça, o Cristo,
enquanto servimos
ombro a ombro com vocês,
queridos irmãos,
e com a nossa fraternidade
mundial.
Tudo para o louvor
e a glória
do nosso Pai Celestial,
Jeová.
Seus irmãos e irmãs,
a Turma 159
de Gileade.
Agora, só temos
alguns comentários finais
para vocês.
Lembra que deixamos
uma pergunta para o final?
As escolhas de Ló
tiveram algumas
consequências ruins.
E qual seria
a reação de Abrão?
O que ele faria?
Isso nos leva
ao terceiro medo,
o medo que às vezes temos
quando fazemos as pazes:
de deixar para lá
o que alguém fez,
de esquecer como alguém
nos ofendeu.
Sabemos que logo depois
que se mudaram
para a região
de Sodoma e Gomorra,
Ló e sua família
foram levados cativos
por inimigos
durante uma guerra.
Se Abrão
ainda tivesse algum
ressentimento de Ló,
o que ele poderia ter
pensado nesse momento?
“Hehe, bem feito!”
Não é?
“Ele mereceu!”
“Quem mandou
ter sido tão egoísta?”
Ele podia ter pensado nisso.
Mas o que Abrão iria fazer?
Abram suas Bíblias
em Gênesis capítulo 14.
Gênesis capítulo 14;
Abrão pode ter ficado
com medo
de que deixar para lá
o que aconteceu
poderia passar a impressão
de que ele estava tolerando
ou minimizando
o que Ló tinha feito
com ele.
Mas veja o que ele fez
aqui, no capítulo 14,
versículo 14,
quando ele ficou sabendo
o que aconteceu com Ló.
O versículo 14 diz:
“‏Assim, Abrão
“ouviu que seu parente
tinha sido levado cativo.
“Em vista disso, mobilizou
seus homens treinados,
“318 servos nascidos
na sua casa,
e ele perseguiu
os inimigos até Dã.”
Foi isso o que Abraão fez.
De Manre,
em direção ao norte,
até chegar em Dã,
dá uns 200 quilômetros.
A viagem pode ter durado
vários dias,
e com certeza
envolveu custos,
e até mesmo,
riscos para Abrão.
Mas ele foi,
mesmo não sendo fácil.
Depois, lendo
os versículos 21 a 23,
vemos que Abrão teve
a oportunidade de ganhar
um pouco de dinheiro
por causa dos seus esforços
em ajudar Ló.
Mas ele não aceitou.
Ele ajudou de coração.
Abrão foi humilde
e estava disposto
a ajudar Ló
a lidar com as consequências
ruins daquela decisão
que poderia ter criado
problemas entre eles.
Abrão estava concentrado
em fazer as pazes,
estava determinado
a deixar para lá.
Que lição podemos aprender
com o exemplo de Abrão?
Alguma vez
você já teve que ceder?
Talvez você esteja
com um grupo
e você aceita seguir
a ideia deles,
embora você discorde.
E no fim, a ideia da maioria
dá errado.
Essa seria uma ótima
oportunidade para dizer:
“‏Eu avisei!”‏
Ou talvez você queira
contar para todo mundo
que aquela não foi
a sua ideia.
A gente ri,
mas já fez isso.
Resista à tendência
de guardar ressentimento.
Faça o que Abrão fez.
Se esforce para apoiar
a decisão,
mesmo que você não tenha
concordado totalmente
com ela.
E se der errado,
imite Abrão.
Como Abrão,
seja humilde
e ajude a consertar
a situação,
em vez de ficar
culpando outros
pelo que aconteceu.
Por quê?
Porque, dessa forma,
promoveremos a paz.
Se agirmos assim,
também teremos paz
com Deus.
E isso é o que nós
mais queremos.
Então, o que aprendemos
ao considerar
esses três medos?
Aprendemos muito
sobre Abrão.
Ele era um pacificador.
Não tinha medo
de parecer fraco
ou que as pessoas
tirassem vantagem dele,
nem de deixar para lá
o passado.
Será que Abrão saiu perdendo
por tomar essas decisões?
A verdade é que nós não
sabemos se Ló
valorizou os esforços
de Abrão de fazer as pazes.
Como aprendemos
com o irmão Splane,
a Bíblia não diz.
Mas a verdade
é que não importa,
porque não foi
por causa disso
que Abrão se esforçou tanto.
Então, por que ele fez isso?
É interessante que,
logo depois desses
dois relatos,
em que Abrão estava tentando
fazer as pazes com Ló,
ou pelo menos mostrou
que estava fazendo
as pazes com ele,
Jeová fez algo especial
para Abrão.
Começando
em Gênesis 13:4,
e depois no capítulo 15,
versículo 1,
Jeová diz para Abrão
que o aprova
e que o ama.
Era isso,
o que Abrão queria.
Ele queria ir até o altar,
ele queria estar em paz
com Deus.
E ele conseguiu
exatamente isso.
Então quando sua paz
for testada até o limite,
e vai ser,
quer isso aconteça em Betel,
ou na sua casa,
ou quem sabe,
na sua congregação,
não deixe o medo vencer.
Lute contra ele,
sendo humilde
e indo atrás da pessoa
com quem você tem
um problema,
e faça seu melhor
para restaurar a paz.
Será que vai ser fácil?
Não.
Será que a pessoa vai reagir
de uma forma positiva?
Talvez não,
mas Deus vai.
E depois?
Depois, você pode voltar
para o altar
e oferecer sua dádiva.
Jeová estará lá,
te esperando,
pronto para aceitá-la.
Por quê?
Porque você se esforçou
para manter a paz.
Alunos, quer dizer,
recém-formados
da Turma 159 de Gileade,
amamos vocês!
E oramos para que Jeová
continue abençoando vocês
aonde quer que forem.
Em breve,
mais discursos encorajadores
da formatura
estarão disponíveis
no jw.org
e no aplicativo JW Library.
Antes de terminar,
vamos viajar até a Austrália
para visitar nossos irmãos.
Esse enorme país
é o continente com relevo
mais plano da Terra
e o mais seco,
depois da Antártida.
O nome vem de uma expressão
em latim que significa
”‏A Terra Desconhecida
do Sul”‏.
É um continente rico
em pedras preciosas,
como a opala branca.
A Austrália é um dos países
mais multiculturais
do mundo,
com mais de 270 etnias
diferentes.
Mais de um quarto
de todos os australianos
nasceram em outros países.
A maioria dos australianos,
ou Aussies,
omo são chamados,
amam fazer atividades
ao ar livre.
É comum ver muitos deles
surfando,
jogando futebol australiano,
ou curtindo um churrasco.
O churrasco está muito
enraizado
na cultura australiana.
Geralmente,
os convidados levam
comida para compartilhar,
por isso, a refeição acaba
tendo uma grande variedade
de pratos regionais
e internacionais.
Outro alimento tipicamente
australiano é o Vegemite,
inventado em Melbourne,
em 1923.
Essa pasta marrom-escura
é feita principalmente
de levedura de cerveja
e tem um sabor umami
inconfundível,
o que lhe dá um gosto
muitas vezes descrito
como parecido
com o de carne.
Os australianos
amam passar uma camada
dessa pasta em torradas
para dar um toque
salgado e marcante.
O país também é conhecido
por sua paixão por café.
Três quartos da população
tomam uma xícara
todos os dias,
e 95% das cafeterias
são de pessoas locais.
A bebida é preparada
com grãos importados
de alta qualidade
e decorada com desenhos
na espuma do leite
para encantar os olhos
e o paladar.
No final do século 18,
centenas de cópias da Bíblia
foram enviadas na primeira
frota para a Austrália.
Já, no século 19,
o nome divino tinha chegado
a alguns
dos diversos idiomas
indígenas,
e era traduzido
de várias formas,
como “Yehóa” e “Jehovah”.
A Bíblia começou
a tocar corações,
como o da jovem Kartanya.
Aos 11 anos, ela escreveu
em seu idioma nativo,
o kaurna:
“‏Sempre adore a Jeová.
Jeová é o nosso Criador.
Jeová nos salva do pecado.”‏
Arthur Willis,
da Austrália Ocidental,
queria muito ajudar outros
a aprender sobre Deus.
Em 1931, aos 19 anos,
ele se tornou pioneiro
e viajou para regiões
remotas do país.
Já em 1932,
ele começou a procurar
os indígenas australianos.
Em 1943, Arthur
se mudou para Pingelly
e contatou uma família
aborígene Noongar,
os Collards.
James e sua esposa, Mabel,
tinham 17 filhos.
Estudos bíblicos eram
realizados na casa deles,
e com o tempo,
a família se tornou
a base da congregação
com os primeiros
publicadores aborígenes
da Austrália.
Os netos de James
e Mabel Collard
estão entre os mais
de 71.000 publicadores
que proclamam
o Reino de Deus no país.
Os publicadores procuram
pessoas de coração sincero
nas praias,
nas áreas rurais,
e nas ruas das cidades.
Eles também se esforçam
para aprender novos idiomas,
como o chinês mandarim,
e mergulhar na cultura.
Um desses grupos zelosos
de publicadores
é a congregação Carlton,
em Melbourne.
Eles se reúnem no território
agitado e multicultural
do centro comercial
de Melbourne.
Essa congregação é formada
por pessoas de 21
nacionalidades diferentes.
Nossos irmãos e irmãs
têm uma mensagem
especial para todos:
“We love you!”
E nós também mandamos
o nosso amor a todos vocês.
Da sede mundial
das Testemunhas de Jeová,
esse é o JW Broadcasting.