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Lições do Livro de Jó – Criação Animal

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Observadores têm dificuldade em aproximar-se da ágil cabra-montesa.
Porque é que isso acontece?
Os seus cascos estão divididos em duas partes
que se esticam amplamente.
Esta característica faz com que as cabras-montesas sejam capazes de correr,
saltar e alimentar-se entre estreitas saliências.
Conseguem manter-se em equilíbrio numa inclinação quase vertical.
Investigadores têm tentado aplicar estas características em calçado avançado,
mas apenas com algum sucesso.
Um cavalo consegue galopar a uma velocidade de 50 quilómetros por hora.
Mas ainda mais impressionante
é a forma eficiente como o cavalo gasta energia.
O segredo está nas suas pernas.
Assim como uma mola,
a perna do cavalo absorve energia.
Essa energia é libertada, à medida que a perna deixa de tocar no chão.
As pernas têm músculos especializados
que agem como amortecedores.
Engenheiros estão a tentar imitar esta estrutura,
mas tem sido um desafio.
Quando uma águia voa,
as penas na ponta das asas estão praticamente na vertical.
Isto permite o máximo de sustentação com o mínimo de envergadura.
Engenheiros têm estudado aves planadoras, como as águias,
para tentarem conceber aeronaves mais eficientes.
A introdução de asas modificadas, dobradas nas pontas,
melhorou o desempenho dos aviões em 15%.
Agora, os aviões conseguem voar mais longe,
com mais carga e poupar combustível.
Na década após a introdução das asas dobradas nas pontas,
as companhias aéreas economizaram mundialmente
7600 milhões de litros de combustível.
Mas as características impressionantes das águias não se limitam ao voo.
À medida que a águia desce em direção à presa,
os seus olhos ajustam-se continuamente,
para que consiga manter o foco durante a aproximação.
Que máquina fotográfica consegue ter esta capacidade,
de rapidamente mudar o foco?
O Beemote, mencionado no livro de Jó,
é, normalmente, identificado como o hipopótamo.
Um hipopótamo adulto pode medir entre quatro a cinco metros de comprimento
e pesar cerca de 3600 quilos.
Os seus ossos – especialmente, as vértebras
– formam uma estrutura forte e rígida.
As costelas e o couro grosso protegem-no,
à medida que nada em rios com leitos rochosos.
Não precisamos de ter ossos como os do hipopótamo
para apreciar a sua força.
Os ossos são uma parte vital de inúmeros organismos vivos.
Investigadores dizem
que os ossos são feitos da mesma maneira que o betão armado.
O aço do betão armado garante a resistência à tração
e o cimento, a areia e as pedras garantem a resistência à compressão.
No entanto, a resistência do osso à compressão
é maior, até mesmo, do que a do melhor betão armado.
O osso é superior ao betão em muitas outras maneiras.
Reage às hormonas que afetam o seu crescimento e desenvolvimento
e consegue autorreparar-se.
Além disso, assim como o músculo,
o osso fica mais forte, à medida que a carga sobre ele aumenta.
O leviatã – provavelmente, o crocodilo – tem uma poderosíssima mordidela.
Alguns conseguem morder com três vezes mais força do que um leão.
No entanto, a mandíbula do crocodilo é mais sensível
do que a ponta do dedo humano.
A mandíbula está coberta de milhares de saliências
que agem como sensores,
que saem de orifícios, no crânio.
Esta característica permite a uma mãe crocodilo apanhar os seus filhotes
e carregá-los, gentilmente, na boca.
Sem dúvida,
as qualidades invisíveis de Deus são claramente vistas nas coisas que ele criou.
Também podemos aprender muito
sobre os outros animais mencionados no livro de Jó:
o touro selvagem,
a cegonha
e a avestruz.
Porque não estudar estes animais durante a adoração em família
e ver o que mais podemos aprender acerca das qualidades de Jeová?